Das (des)atualizações

em

Peço desculpas a todos pela falta de atualizações no blog. Explico-me: completa falta de tempo.
A Editora me tomou de vez em seus braços literários dos quais pretendo me soltar jamais! Porém, procurarei meu amigo Tempo nas dobras de cada canto, no canto de cada noite, nas noites de minha vida. Em breve, volto! Com posts, novidades, citações, eventos… e volto, principalmente, a visitar meus amigos (virtuais ou não) no cyberespaço.

Quem tiver café no sítio que me aguarde!

(PS: Que editora? Ah, sim… a minha: Verbo Ad Verbum, em breve com o site no ar. Quem tiver originais engavetados, entre em contato através do e-mail verboadverbum@gmail.com. Prometo responder, só não sei quando).

Beijos de letras a todos!

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6 comentários Adicione o seu

  1. Todo santo dia aqui e nada. ufa, finalmente! Tava com saudades e deixo meus hábraços. Originais engavetados, eu não tenho. Tenho apenas milhares de contos esparsos por aqui e acolá. Um livro sem editora e outro sendo construido. Por falar em contos, agora em Dezembro, três deles saem na Revista “Literatura- A revista do escritor brasileiro”. Por acaso, você conhece?.mais hábraços, claudio

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  2. confissão ou confusão?não sei.

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  3. Renato disse:

    Olha que vou mandar os originais, hein…Beijo.

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  4. Beatriz, na verdade passei para falar um oi, brincar de “io-io”.Cuidado, só o tempo tem tempo e ele, costuma engolir a gente. Abraço,Diovvani.

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  5. Fabiana disse:

    Posso utilizar seu espaço um pouco?Era uma vez uma mulher. Essa mulher era feliz, como é hoje, mas ela tinha um problema: ela não achava seu espaço no mundo. Ela tinha um pedaço faltando, que não a deixava triste, mas fazia muita falta. Esse pedaço era o pedaço do amor, da confiança, da esperança. Era o tal que faltava para sua vida ser completa.Um certo dia ela viu esse pedaço num homem. E o coração dela disparou, sem nem mesmo saber porque, pois aquele homem parecia talvez distante. Amigos se tornaram, mas não bastava para ela, até que um dia a paixão foi descoberta. Ela ficou tão feliz, pois sentiu que achou o pedaço que faltava. Tão feliz, que lutou contra muitos monstros familiares; tão feliz que ela flutuava, tanto que seus amigos se perguntavam o que havia acontecido com ela, que ela estava mais bonita, mais iluminada; tão feliz, que ela duvidou e hesitou um momento, pois achava que aquela felicidade era demais pra ela.Essa felicidade durou 3 anos e 2 meses… e acredite, foram os 3 anos e 2 meses mais felizes da vida dela.Mas há pouco tempo, como uma avalanche que derrubou todas as estruturas e só deixou o frio, ela perdeu esse pedaço. Não o perdeu pra sempre, pois esse pedaço não morreu, mas esse pedaço não está mais em mim. O homem retirou esse pedaço, totalmente. E ela perdeu sua maior base.Hoje, seus amigos e amigas falam pra ela, que esse pedaço está por ai… você pode ter esse pedaço sem precisar de ter ninguém. Mas ela ainda não conseguiu isso sozinha.Quanto ao homem, ele continua perto da mulher, sonda… talvez ainda a ame, mas não suporta a convivência. Não sei se essa estória terá continuação… não sei se será bom para ela que tenha continuação.

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  6. Andressa disse:

    eu li o texto aí abaixo só agora, moça, tb tava meio sem tempo, mas agora tudo bem, posso aparecer de vez em quando.Gostei muito do texto,das metáforas, do “anonimato dos personagens”, enfim mui belo

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