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É preciso explorar para compreender. É preciso compreender para amar. Amar é preciso. Viver também. Anúncios

fet(id)o

promessas palavras campanhas teclado em desalinho cerol pipas e aviões desta droga já malhada bem antes de eu nascer; ovo, desovo, rápido ninho num gatilho: estorvo num estouro e o lixo que se amontoa amontoa amontoa sem amor. escritores calados; políticos cálidos; bocas inchadas e todo este lixo cult que você se-me pretende ontológico.

Novas pegadas

Ando agora em outras paragens. Siga as flores. Mas não se perca…

Flores do Mais

Devagar escreva uma primeira letra escreva nas imediações construídas pelos furacões; devagar meça a primeira pássara bisonha que riscar o pano de boca aberto sobre os vendavais; devagar imponha o pulso que melhor souber sangrar sobre a faca das marés; devagar imprima o primeiro olhar sobre o galope molhado dos animais; devagar peça mais e…

Para você

CENA ABERTA Vínhamos bêbados, tinto e seco desejo. A língua cambaleava mais que as pernas, nula fala. A noite suprimia o diálogo (palavra sem ação não vai ao teatro). Dioniso antecipara as rubricas derradeiras. Deixa-se cair a vazia garrafa. Luz sobre as mãos decididas, o ato essencial. (Antônio Mariano) ………………………………..– Vontade do beijo desmedido. Sem…