Sombra

em

Ante-ontem eu postei um poema/experiência – Flux – baseado em algo muito concreto que vivi dia desses no trabalho, e que me fez repensar a questão não só do tempo em si, mas das prioridades que elencamos em nossas vidas, dia-a-dia.
Eis que, em seguida, o Marcelo posta aqui um comentário que me levou ainda mais longe em minhas divagações a respeito da mesma experiência e do próprio poema já divulgado.

Não vou me repetir inteiramente no que respondi a ele (em comentários, do próprio Flux… Quem quiser, que leia aí embaixo o coment dele e a minha resposta.

O que mais me chamou atenção, no entanto, foi que, ao responder de um só fôlego a ele, uma de minhas 7 faces (ou mais) foi se re-velando aos meus olhos, como há tempos não fazia.
Falei de nosso apego ao que já não faz mais sentido. Falei dos vãos nos quais nos instalamos e esperamos o tempo passar, para que ele feche todas as feridas e cure todas as ausências. E falei, parafraseando o que ele citou sobre o tempo ser o senhor de todas as verdades, que ele nos mostra a verdade sim, mesmo que ela diga mais sobre quem NÃO somos, ou não fomos capazes de ser.

E a questão das ausências e das negativas me chamou bastante a atenção. Pois se no post eu mais me referia ao tempo que roubam da gente, na resposta ao comentário de Marcelo, eu percebi do que REALMENTE se trata a morte do tempo:

Medo.

Não vou dizer tudo não. Algumas palavras são minhas, e não querem nascer para o mundo.
Mudo então.

Mas queria ter o vermelho de dizer que hoje senti tua falta.

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