REVISTA COYOTE COMEMORA 5 ANOS COM MADRUGADA CULTURAL

em

Ah, se eu ficasse em Sampa…

 

A revista literária COYOTE está completando 5 anos de existência e a comemoração será com uma madrugada cultural no Teatro dos Sátyros 2, no próximo dia 6 de outubro (sábado). A noitada começa às 21 horas, com o lançamento da edição de número 15 no Sebo do Bac (saguão do teatro), às 21 horas. Em seguida, à 1 hora da madrugada do domingo, tem início a Noite Coyote, intercalando leituras, shows musicais e projeções, no palco do teatro.

Na programação constam o poeta Ademir Assunção, o dramaturgo Mário Bortolotto, os compositores Edvaldo Santana, Carlos Careqa, Wanessa Bumagny e Linari e a atriz Phedra de Córdoba, que lerá poemas do cubano Pedro Juan Gutierrez. Os atores Paulo de Tharso e Daniella Angelotti apresentarão esquete teatral baseada em poema do francês Leó Ferré. O escritor Daniel Cavana lerá poemas de Julio Cortázar publicados na última edição da revista. Os fotógrafos Juvenal Pereira e Edinho Kumasaka farão projeções dos ensaios fotográficos “Olho de Boi” e “Bibelôs em Transe”. Serão exibidas ainda animações do personagem Tulípio, criado por Eduardo Rodrigues e Paulo Stocker, e o curta-metragem “Melodrama Blues”, de Robson Timóteo, com poema de Marcelo Montenegro e música de Fábio Brum.

Editada pelos poetas Rodrigo Garcia Lopes, Marcos Losnak, Maurício Arruda Mendonça e Ademir Assunção, a revista Coyote vem mantendo uma orientação de radicalidade tanto editorial quanto gráfica.

(Fonte: Aqui)

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5 comentários Adicione o seu

  1. Qual o e-mail da revista Coyote?
    Aguardo retorno
    Obrigado
    Silas

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  2. Mauricio Novais disse:

    Puxa galera, legal! Eu vi no entrelinhas uma reportagem sobre a revista coyote, fiquei simplesmente maravilhado. Preciso do e-mail da revista coyote.

    Obrigado,
    mauricio Novais

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  3. ARTIGO/OPINIÃO

    Para que serve a UBE-União Brasileira de Escritores?

    “Escritores que somos, temos a convicção
    de que o nosso trabalho especifico deve e pode
    contribuir para que o Brasil de amanhã, seja maior
    do que o Brasil de hoje, graças ao papel que havemos de
    desempenhar (…)”- Carta dos Escritores da UBE)

    -Quando você é criança e perguntam o que você quer ser quando crescer, quando um fia finalmente for gente grande, se você disser que quer ser doutor-bacharel em direito, então logo fica sabendo que um dia vai ter que se filiar à OAB-Ordem dos Advogados do Brasil, para bem poder assim exercitar a profissão no campo da vida real. Se você quiser ser contador, como aquele membro da familia dinheirudo, ou se quiser ser professor por missão ou jornalista por visão humanista, estará aqui e ali vinculado a uma entidade que, pelo menos, em tese, lhe dará a guarida de sustentabilidade enquanto corporação, inclusive de natureza jurídico-legal para defender você, dentro do seu núcleo de trabalho que representa a profissionalização que você escolheu. Claro que, falando sério, escrever não chega a ser exatamente uma profissão, muito menos nesses tempos de infovias. Muita gente que vive de comercializar livros, tendo até dezenas de livros; talvez se somassem todos eles não daria uma obra de grosso quilate (vende muito mas não funda cultura propriamente dita). Assim, na realidade, poucos escritores no Brasil vivem mesmo de literatura, pela história um bendito Jorge Amado da vida, talvez mais alguns poucos, que, como o poeta funcionário público Drumonnd, tenham outra profissão, acabando por ser um escritor, escrever, um literato, ser uma espécie de bico entre professores, acadêmicos, intelectuais, artistas, políticos, jornalistas e outros afinados com o ramo. Todo esse preâmbulo para dizer que, conhecendo a trajetória da UBE-União Brasileira de Escritores, as históricas tentativas de ditatoriais desmontes da mesma, ou, aqui e ali, certo ocasional atrelamento a políticos que no poder que não eram necessariamente humanistas com visão ético-plural comunitária (eram babaquaras do estilo “rouba e diz que faz”, do modus operandi “é dando que se recebe” e mesmo alguns como o FHNistão, o “Pai da Fome” do funesto mote “esqueçam tudo o que eu falei”), ficando a questão pertinente que se assoma agora: para que mesmo serve a UBE? Bem, quando me filiei à UBE, e, aqui e ali tendo artigos, ensaios, resenhas ou mesmo textos críticos que tocam feridas históricas de uma nossa sociedade hipócrita (Sampa da força que ergue e destrói coisas belas no contexto primário; quando não fundadora ou mesmo conivente com o anacrônico modelito neoliberal altamente suspeito, câncer da civilização contemporânea pós-marxista), após meus dados básicos, e-mail, site, breve currículo, etc. e tal, lá colocava o para mim representativo: “Membro da UBE-União Brasileira de Escritores”. Como já em outras épocas colocava também ser filiado a API-Associação Paulista de Imprensa, assim como um e outro produtor para se precaver e ilustrar até, coloca ainda por segurança, filiação, ONG, entidade, instituição que, estando na retaguarda, dá, em tese, uma legitimação ao que cria, escreve e delata, inclusive e principalmente para se fazer defeso no caso de ser atacado na nossa justiça (que tarda e falha) por tipos como os próprios membros da atual Oposição do Brasil, os neoliberais corruptos e ladrões açodados em ferir as instituições democráticas que, pois quando abusavam dos podres poderes, dilapidaram o erário público em nome de um estado mínimo e falso choque de inclusão (na verdade um roubismo americanalhado em um capitalhordismo sem humanismo de resultado; com privatizações-roubos, privatarias) até os recentes new-richs da nossa espécie de “máfia russa” tropical-brasileirnha-paulista que quebraram o estado de São Paulo e ninguém sabe da altíssima grana. Já pensou? Por essas e outras, sendo o homem um animal político como dizia Sócrates, penso que a UBE tem que ter esta bandeira, neste exato foco. Estou errado? Uma cultura humanista, uma literatura possante que, também lute contra os contrastes sociais, os lucros impunes, as riquezas injustas, as propriedades roubos, a dívida social impaga desde o golpe de 64, porque, certamente a OAB defende muito bem o seu campo minado, a FIESP defende muito loucamente (e gananciosamente) bem seus filés mercantis (um antigo diretor dizia que fraudava o Imposto de Renda e ficou por isso mesmo o furto qualificado), os banqueiros levianamente mamam nas tetas gerais por atacado, e, claro, a UBE não pode nem ser conivente com esse estado de coisas, e nem tampouco também deixar passar em brancas nuvens essa historicidade do Brazyl S/A só ser rico para os ricos, para os pobres, a maioria absoluta da população não significar nada essas riquezas na maioria das vezes geradas por máfias e quadrilhas. O sonho não acabou? A utopia também é literal, escritores unidos jamais serão vendidos. Nem vencidos e nem néscios. Volto à questão: Para que serve a UBE-União Brasileira de Escritores?. Acompanha seus membros eventualmente processados, direta ou indiretamente perseguidos, ignorados pela renca de maus avaliadores de grandes editoras mais preocupadas com o livro enquanto mercadoria; com os inéditos de talento feitos neomalditos relegados a segundo plano (e ainda as editoras do eixo Rio-SP bancando obras de qualidade duvidosa quando ao aspecto lítero-cultural)?. A UBE tem uma bem apresentável revista que, na última edição publicou ótimos textos, ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, tinha muito do mesmo; além de certos autores que, não tendo tanta qualidade para estarem publicados assim sem mais nem menos, deixaram a margem de dúvida: quem seleciona o que é publicado, quais as regras, como todos podem concorrer, quem julga, quais os critérios, etc. e tal. Ficam as questões. Com os nomes ilustres que a UBE tem, dos antigos aos contemporâneos, alguns que fazem falta, não devemos nos mobilizar inclusive via Ministro Gilberto Gil, tentando finalmente um espaço próprio, uma sede definitiva, até porque, se formos esperar do governo paulista – aqui a Cultura é zerada e a Educação paga(…) aos professores trinta por cento a menos do que no Piauí (acredite se quiser) – ficaremos sempre relegados a cantões decrépitos do centro velho, quando deveríamos realizar palestras em grupo, promover gratuitos cursos em instituições públicas e privadas, realizar congressos anuais e, sim, até agitarmos um importante encontro nacional para discutir exatamente isso: para que serve a UBE. Sim, não temos verbas. Mas temos cabeças pensantes, espaços próprios e vozes portentosas. Temos consciência cívica. Muitos dos escritores têm seus lugares próprios de agitos gerais, como eu tenho o mundo da web em quase trezentos sites. Devemos por isso mesmo fazer uma mobilização por atacado, cobrar participações de alto nível, abrir o leque de colaboradores da revista (que estranhamente veicula que “as colaborações são solicitadas”; ou seja, não aceita colaboração que não pediu, mesmo que sejam melhores do que as editadas (!), publicar gente de qualidade inconteste mesmo, sem tráfico de influências, melindres ou tendo que publicar sempre os mesmos, os amigos dos amigos, como se numa panela, quando a UBE pelo menos não deve ser isso, não pode ser isso, tem que arejar comunicações letrais com qualidade e transparência, custe o que custar, doa a quem doer. Para que serve a UBE é uma boa pergunta. Que os membros escrevam, critiquem, dêem novas opiniões, contrariem, se for o caso, confiando em mudanças que realmente mudem de fato; que a UBE faça parceria inclusive com universidades para permitir que seus membros tenham vida acadêmica facilitada na área, que a UBE que queremos dê assessoria especializada, que venda serviços, cobre de jornais espaços para prosa e poesia, ou ainda crítica sócio-literária de peso. A UBE tem que ser a portadora da bandeira da cultura brasileira, cobrando, agindo, se mobilizando, sendo mais do que um pequeno espaço que não é, sendo mais do que uma revista pomposa (que deveria ser melhor diagramada para ser melhor aproveitada), ter também um jornal temporário, vender sua imagem acima de todas as coisas, tentando ser pelo grupo, pelo meio, um espaço salutar além de cobrar
    o fim da impunidade em São Paulo que é vergonhosa a situação, porque assim, além da filiação, teremos orgulho de fazer parte de um grupo que, sim, trabalha arte, cultura, versos e prosas, mas, trabalha principalmente uma arte humanista visando um humanismo de resultados, colocando o dedo das feridas das impropriedades públicas e do sucateamento das políticas públicas que em SP causam um nojo, como se todos os amigos do alheio fossem amigos da falência generalizada da saúde, educação, segurança pública. Com os fundadores que teve, com os membros que já teve, com os diretores que seguraram rojões, a UBE tem que se assomar, ser mais do que é, sendo referencial e patrimônio cultural.

    E quem for escritor que siga-me.
    -0-
    Silas Correa Leite, Poeta e Ficcionista premiado, autor de Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos. Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, é Coordenador de Pesquisas as FAPESP-UP em Culturas Juvenis. Pós-graduado em Literatura na Comunicação pela ECA/USP.
    E-mail: poesilas@terra.com.br
    Site: http://www.itarare.com.br/silas.htm
    (Texto da Série: O Brasil Que Merece o Brasil)

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  4. Juliano disse:

    Ola Beatriz, também gostaria de saber se você tem contato da Revista.
    Já agradeço.
    Juliano

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  5. Caríssimos, estou tentando descobrir o e-mail pra vocês…
    Quando souber, divulgo no blog.
    😉

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