De Hoje

em

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mas se for saudade que seja assim
Ó SINO da minha aldeia,
Dolente na tarde calma,
Cada tua badalada
Soa dentro da minha alma.
E é tão lento o teu soar,
Tão como triste da vida,
Que já a primeira pancada
Tem o som de repetida.
Por mais que me tanjas perto,
Quando passo, sempre errante,
És para mim como um sonho,
Soas-me na alma distante.

A cada pancada tua,
Vibrante no céu aberto,
Sinto mais longe o passado,
Sinto a saudade mais perto.

*******

(você não me disse quem foi…)

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1 comentário Adicione o seu

  1. Excelente poema. A saudade é mesmo um dos maiores temas da poesia. Nesse poema, foi muito bem descrita. Voltarei depois para ler mais. Gostei muito do blog. Um abraço!

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