A POESIA E A CIDADE: NOVO HORÁRIO

em

CASA DAS ROSAS – ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA

Av. Paulista, 37, Bela Vista. São Paulo – SP

http://www.apaacultural.org.br/casadasrosas

 

A POESIA E A CIDADE – Curso e Oficina por Claudio Willer

Sábados, 19 e 26 de janeiro, 9, 16 e 23 de fevereiro, 1º de março, das 16:30 às 19:30 hs. Vagas: 30. Taxa: R$10,00

Inscrições para os cursos: pessoalmente na recepção da Casa das Rosas c/ Thaís ou Márcia; informações, (11) 3285-6986/ 3288-9447

PROGRAMA

A vida parisiense é fecunda em temas poéticos e maravilhosos. O maravilhoso nos envolve e nos sacia como a atmosfera; mas não o vemos

. (Baudelaire, Salão de 1846)

Como seria a captação e registro desse maravilhoso baudelairiano em São Paulo? E também de outras dimensões poéticas associadas à vida na metrópole? Essa é a questão central a ser examinada no curso e oficina A POESIA E A CIDADE, através dos poetas que trataram da metrópole moderna ou que, como profetas, a anteciparam. Também tratará de procedimentos de criação, de práticas da escrita.

O curso-oficina se destina a escritores; e também a leitores, interessados em literatura, em geral. Para estes, acompanhar mais de perto a criação daqueles que já escrevem resultará em informação adicional, em uma vivência mais íntima ou mais próxima da literatura.

Autores que serão examinados e discutidos:

  1. Baudelaire: a metrópole como tema da poesia; o maravilhoso urbano e também o horror metropolitano; o poeta e as multidões;
  2. Rimbaud: as cidades transfiguradas em Iluminações; uma visão metonímica;
  3. Lautréamont: cidade real, histórias irreais;
  4. Eliot em The Waste Land: baudelairiano e apocalíptico;
  5. Surrealistas e pós-baudelairianos: Walter Benjamin em Passagens; Aragon, O Camponês de Paris e as iluminações profanas; Robert Desnos, Liberté ou l´amour! e a metrópole onírica; Breton, Nadja, O Amor Louco e a troca de lugar do texto e da vida;
  6. Pessoa: Álvaro de Campos em Lisboa, do cais à tabacaria;
  7. García Lorca em Nova York: a metrópole dilacerada;
  8. São Paulo, de Mário de Andrade a Roberto Piva;
  9. A geração beat; Ginsberg em Nova York e San Francisco; a herança objetivista e poudiana.

Claudio Willer é poeta, ensaísta e tradutor. Nasceu em São Paulo, em 1940. Publicações mais recentes, Estranhas Experiências, poesia (Lamparina, 2004); Volta, narrativa em prosa (Iluminuras, terceira edição em 2004); preparou Lautréamont – Obra Completa – Os Cantos de Maldoror, Poesias e Cartas (Iluminuras, nova edição em 2005) e Uivo, Kaddish e outros poemas de Allen Ginsberg (L&PM, nova edição de bolso de 2005). Acaba de ter lançado Poemas para leer en voz alta, editorial Andrómeda, San Jose, Costa Rica (tradução de Eva Schnell, posfácio de Floriano Martins). É autor de outros livros de poesia e da coletânea Escritos de Antonin Artaud, esgotados. Consta em antologias e coletâneas, brasileiras e em outros países. Seus vínculos são com a criação literária mais rebelde e transgressiva, como aquela ligada ao surrealismo e à geração beat. Ocupou cargos públicos em administração cultural. Presidiu por vários mandatos a UBE, União Brasileira de Escritores. Deu inúmeras palestras, cursos e oficinas literárias. Co-edita, com Floriano Martins, agulha, http://www.revista;agulha.nom.br.

Mais informações em http://www.secrel.com.br/jpoesia/cw.html, http://www.triplov.com/willer/index.html e http://www.tvcronopios.com.br/bitniks .

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1 comentário Adicione o seu

  1. marcelle disse:

    cidace onde vivo

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