Acordada

e como seria deitar-se sem se sentir parte da imensa escuridão? talvez conseguisse dormir, unindo-se mais a ela. talvez fosse melhor acordar. ou a vida tivesse mais tons vermelhos menos blues, e um acorde progressivo para acompanhar essa PORRA de melodia bucólica que toca aqui, ali e acolá… acode, moço, que o trem já se vai, e o eu se esvai nesta escuridão sem fim… acode, moço, que a guitarra berra em acordes bem altos sem dó no lá de mim… acode, moço, que não faz sentido este nó sentido entre o não e o sim…
ACORDE MOÇO! Que eu já vou-me embora. O tempo é agora.
O caminho, fim.

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