Peregrinando por GG Márquez

“… O esforço de escrever um conto curto é tão intenso como o de começar um romance. Pois no primeiro parágrafo de um romance é preciso definir tudo: estrutura, tom, estilo, ritmo, longitude e, às vezes, até o caráter de algum personagem. O resto é o prazer de escrever, o mais íntimo e solitário que se possa imaginar, e se a gente não fica corrigindo o livro pelo resto da vida é porque o mesmo rigor de ferro que faz falta para começá-lo se impõe na hora de terminá-lo. O conto, por sua vez, não tem princípio nem fim: anda ou desanda, a experiência própria e a alheia ensinam que na maioria das vezes é mais saudável começá-lo de novo por outro caminho, ou jogá-lo no lixo…”

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2 comentários Adicione o seu

  1. gosto de escrever, assim coisas à toda sem pretensões que alguém mais que os familiares (obrigados) leiam, nunca tinha pensado em conto e romance dessa maneira, gostei!

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  2. Pois é, Elaine! E é exatamente esta forma de pensar que compartilho com ele e com outros escritores que tanto admiro, entre eles, o Borges: a ideia do conto-mínimo, a palavra essencial (existe?), o (re)corte perfeito: são todos elementos que busco em meus textos, sejam eles poesia, sejam crônicas ou minicontos. Às vezes, alcanço. Noutras, apenas viajo.

    Seja bem-vinda!

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