A Lâmina que Fere Chronos – uma entrevista (atípica) com o (atípico) Ivan Hegen

Em agosto deste ano, fiz um post assim que recebi um presente lindo de um querido amigo meu, o escritor Ivan Hegen. Era o seu mais novo livro, A Lâmina que Fere Chronos. Como sou daquelas leitoras que acredita fielmente que “livro amado é livro rabiscado” (essa foi uma lição que o Deus Antônio Cândido nos deu bem na aula inaugural da minha graduação de Letras, na USP), pude ter certeza absoluta, ao final da minha leitura, que eu PRECISAVA entrevistar o Ivan (o livro que ele me deu está completamente tomado de anotações minhas). Mas não queria nada formal, porque na nossa amizade não cabem formalidades. Como disse o próprio Ivan: queríamos uma “conversa franca ao sabor da arte, da amizade e do álcool”.

Tratamos de assuntos como sua mudança de nome, sua educação bizarra numa família de psicanalistas, a quebra constante de dogmas, seu processo criativo, o Deus Esteta e a aposta no lúdico… O resultado? Uma entrevista incomum, tanto na forma quanto no conteúdo.

Enjoy it:

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